Crowdfunding Imobiliário: uma excelente opção de investimento

Não é de hoje que o termo crowdfunding, ou financiamento coletivo, vem se popularizando aqui no Brasil e a modalidade tem se espalhado em diferentes áreas do mercado. Crowdfunding é o financiamento de uma iniciativa a partir da colaboração de um grupo de pessoas que investem recursos financeiros, geralmente em projetos ou empresas, por meio de uma plataforma online. Recentemente, esse tipo de financiamento tem se tornado uma tendência no mercado imobiliário e que está crescendo cada vez mais. O crowdfunding imobiliário é uma nova modalidade de investimento, onde um grupo de pessoas se reúne para financiar um empreendimento imobiliário.

Certo, mas o que o Crowfunding tem a ver comigo? 

Antes isso estava restrito a pessoas com grande capital de giro e não havia a possibilidade de se investir logo no início do empreendimento. A plataforma rompe com esse modelo e coloca o investidor justamente nesse momento, onde é possível investir diretamente no empreendimento valores a partir de mil ou cinco mil reais, dependendo da plataforma, que funciona apenas como intermediária sem cobrar taxas desse investidor, com todas as operações realizadas online. Desde julho de 2017 existe uma regulamentação da Comissão de Valores Imobiliários com regras a serem seguidas, homologada na Instrução CVM 588, sobre crowdfunding de investimentos, onde o crowdfunding imobiliário se enquadra junto com o de start ups.

Crowdfunding imobiliário
O que esperar desse novo meio de investir?

Francisco Perez, diretor de investimentos da Glebba, destaca que a modalidade é uma alternativa na busca por investimentos novos: “Um empreendimento médio rende cerca de 15% ao ano, ou seja, se a pessoa investiu 5 mil poderá ter 5.750 no final do ano, sendo que os prazos para a retirada do dinheiro variam entre 18, 24 e 36 meses. Comparando com outros investimentos ele é muito vantajoso e atrativo, já que rende cerca de 200% a mais que o CDI.” Francisco destaca ainda que investir em renda fixa sempre foi um bom negócio, mas após a queda da taxa Selic, que tem se mantido a 3% ao ano, o retorno está muito baixo. Já os fundos imobiliários implicam em uma perda de dinheiro do investidor, que precisa pagar taxa de administração e retorno para o gestor do fundo. Porém, ele alerta que a recomendação é que o investidor diversifique suas apostas em fundos imobiliários, no próprio tijolo e em crowdfunding imobiliário, onde o ideal é não colocar tudo no mesmo empreendimento e sim investir em modelos diferentes.

Como todo tipo de investimento, existem dois níveis de risco nessa modalidade: o risco de performance e o risco de crédito. Para mitigar o risco de performance, a Glebba faz análises mercadológicas, jurídicas e financeiras. Eles analisam se a região do empreendimento comporta o preço e se ali terão demandas por aquelas unidades. Depois eles olham se a regulamentação está toda em dia juridicamente, para validar a isenção do CNPJ e do SPE de possíveis débitos e processos. Com essas análises em mãos, eles mandam para uma curadoria operacional que conhece profundamente o mercado imobiliário e eles dão um double check. Sobre o risco de crédito, que está associado à performance de vendas, Francisco ressalta: “Há um risco em relação à liquidez do metro quadrado, porque se a incorporadora fizer uma estimativa e esse preço for abaixo do esperado na hora da venda, o que pode acontecer por diferentes motivos, o investidor vai ter um retorno abaixo do esperado.”

Quais as vantagens do Crowdfunding Imobiliário?

O mercado de crowdfunding imobiliário está em franca expansão e tem se mostrado uma forte tendência. A Glebba, por exemplo, tem crescido dois dígitos ao mês, tanto na adesão de investidores se cadastrando quanto no aumento de investimentos. A segurança após a regulamentação da CVM em julho de 2017 ajudou a aumentar o número de adesões, assim como a queda da taxa Selic. Além de serem uma opção de funding boa, eles identificaram que a plataforma é um engajamento do investidor com a incorporadora, uma forma de engajar esses investidores no empreendimento, o que faz com que o funding venha acompanhado de uma estratégia de marketing. O mercado imobiliário só tem a comemorar.

Por @insideimob

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